Olha ao céu e pede a Deus que dê só mais um minutinho ali.
E o tempo que antecede a partida,
O que mais se teme é que se deixe desatar
o nó da garganta durante a despedida.
Nunca deixou de lutar,
não deixou de ser amor, e de amar.
Desejou banhar-se no mar,
e permitir-se pela água curar.
E quando toca o telefone,
já se sabe o que vem;
É hora de dizer adeus, a quem tanto quisera bem.
Do outro lado,
quem passa o recado
sofre calado,
Não foi o primeiro, não será o último.
Teme quem seja o próximo,
Pede a Deus que a cena não se repita,
mas quando termina o recado,
alguém lhe grita:
Outra vítima, confirmado!
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