sábado, 30 de dezembro de 2017


Até me assustei quando alguém abraçou-me e disse: "Feliz Ano Novo". Mais do que qualquer coisa, eu queria me livrar deste ano, mas não percebi que isso estava mais próximo do que nunca.
Nos Ãºltimos dias ouvi tanta gente me desejando que o próximo ano seja melhor e não vou negar, isso tem me destruído, primeiramente porque 2017 foi o pior ano da minha vida.
Apesar das conquistas e barreiras que superei, esse foi o ano que triturou meu coração.
Amadureci muito, me apaixonei pelas pequenas coisas, me iludi (como sempre), confiei em pessoas erradas, me decepcionei, encontrei apoio em pessoas que não esperava, mas mais do que qualquer felicidade ou dor EU APRENDI.
Aprendi que o tempo é passageiro, violento e não tem dó de ninguém; Aprendi que mesmo que o amor machuque, amar é o melhor caminho;  Aprendi que os nossos sonhos só saem do papel quando lutamos por eles; Percebi que vale mais agradecer pelo pouco que temos do que reclamar. Aprendi a dar valor a todos os momentos, por piores que eles pareçam, NADA acontece por acaso.
Então, daqui a pouco se encerra esse capítulo cheio de saudades, lembrança, dor e uma pitadinha de felicidade. Que venha o próximo ano, próximo capítulo, e que possamos ter novamente ao nosso lado Aquele que nos carregou em seus braços quando a fraqueza tomou conta de nós. 
Feliz Ano Novo!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017


Sabe aquela sensação de fim do mundo? Aquele amontoado de pensamentos negativos? A ideia de que você é literalmente um lixo?
Poi é, não é errado sentir! 
Tem momentos que a gente só precisa tomar um banho demorado, devorar um pote de sorvete e erguer as pernas no sofá. Precisamos relaxar! Não só corpo e mente, mas a alma também.
Quantas vezes você ouviu o seu "eu interior" hoje? E a semana passada? E no último mês? Afinal, você ouviu o seu interior esse ano?
Só somos verdadeiros conosco mesmo e com o mundo quando o nosso interior está igual ao nosso exterior, talvez essa seja a maior dificuldade: Sempre ser nós mesmos, por dentro e por fora.
Tantas vezes sorrimos sem estar feliz, fazemos coisas para agradar os outros, mas que não nos preenchem. Sabe por quê, moça? Porquê ouvimos mais os outros do que a nós mesmos, porquê guardamos todo aquele cúmulo de sentimentos até chegar ao fim do mundo, do nosso mundo!

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017


Por quantas pessoas você passa todos os dias sem nem ao menos se importar por quem elas realmente são?
 Ela é o tipo de garota que fica imaginando no que as pessoas estão pensando. É a Cinderela que não perde o sapatinho, está mais para caçador do que Chapeuzinho Vermelho, se fosse do Conto da Branca de Neve provavelmente seria um anão, e adivinha só? O Zangado! 
As vezes ela não sabe se era sonho ou realidade, porque na verdade ela vive no mundo da imaginação. Sensitiva ao extremo, está mais no lugar dos outros do que no próprio. Vive no Conto errado, mas sabe que não é uma princesa. 
Atrapalhada, indecisa, confusa, obcecada por pessoas fofas, medrosa, dependente. Ela é limão e mel, sal e açúcar, quer mudar o mundo, mas sabe que milhões de pessoas são iguais a ela. Então, é só mais uma pessoas que você vai esbarar por aí. 
Prazer, ela sou eu!

terça-feira, 12 de dezembro de 2017


Desde bem pequena tive uma paixão inexplicável pela leitura e produção textual, aprendi a ler e escrever muito cedo. Embora não sabia, e diga-se de passagem, talvez não saiba ainda o que é, sempre desejei ser escritora.
Aos nove anos eu produzia redações e nelas falava sobre sonhos, um dos três objetivos de vida que tinha (e tenho) era ser escritora. Vários concursos de produções textuais eram realizados, eu participava de todos que podia, mas via outras pessoas vencendo e as minhas oportunidades passando. O meu sonho de ser escritora foi morrendo, até que certo dia me deparei com a produção de poesias que acendeu uma nova luz dentro de mim. Com poesias tive maior destaque, eu realmente conseguia transmitir sentimentos através delas, e era reconhecida por isso, me sentia realizada.
Quando mudei para o colégio perdi a fascinação por poesia, não tinha tanto incentivo como na minha antiga escola, não haviam "projetos" em relação a produções de qualquer gênero textual.
Como eu adorava ler, vivia vasculhando revistas, livros e aqueles livrinhos de projetos, até que certo dia vi que uma personagem possuía um blog, a partir de então passei a querer um blog, mesmo sem saber o que era. Minha irmã criou o meu primeiro blog, que perdemos a senha no mesmo dia e nunca mais tivemos acesso.
Com o passar do tempo fomos criando outros blogs, nos quais eu podia voltar a escrever minhas histórias e ideias mirabolantes. Conheci mais tarde uma professora que incentivava muito a leitura e produção de textos e passei a me ver realizada. Mais tarde (com quatorze anos) participei de um concurso e fui a única a passar em fase regional, desde então tenho buscado aprender mais e lutar pelos meus sonhos não deixando-os guardados na gaveta.